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Não era minha ideia postar isto. Fui coagido.

Estávamos conversando no chat, eu, Ricardo Pinheiro, e Giovanni Nunes. Os outros dois diretores estavam offline. O assunto era linguagem C. O Ricardo falou algo e eu respondi uma gaiatice com uma letra de música. Qual, não vem o caso. Aí começa a coação: o Ricardo quis que eu publicasse a gaiatice aqui no blog.

Eu argumentei que só tinha duas estrofes. Só admitiria publicar se estivesse completo, como aquela outra que eu fiz anos atrás e que nunca viu a luz do dia. Aquela do Raul.

Aí o Ricardo exigiu, peremptoriamente, que eu publicasse aquela. Não tive mais argumento pra recusar. Então lá vai.
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Papo rápido sobre o CBM900

Ainda nos ecos das partes A e B do Episódio #101 do podcast para acrescentar uma informação sobre um equipamento que não foi citado nele, o Commodore 900 (ou CBM900). Uma workstastion rodando Coherent (um clone de UNIX) baseada no processador Z8000 da Zilog, cujo desenvolvimento se iniciou em 1983 e que talvez que constituísse o primeiro desenvolvimento nativo da empresa após a saída de Jack Tramiel.

Mas qual o motivo da ausência? Simples, em 1985 a Commodore a tinha além dele, o Amiga e os clones de IBM PC mas não a capacidade de produção para três novas linhas de computadores, daí tiraram no “zerinho ou cinco” e o Commodore 900 perdeu e as máquinas já fabricadas destruídas…

…mas algumas máquinas escaparam a este fado e o que tudo (ou quase tudo) que se sabe delas está disponível na wiki do pessoal do Datamuseum.

( OSnews )

OK, nós confessamos. A Retrocomputação é um grande plano maligno.

Raios! Malditos defensores da Moral e dos Bons Costumes! Sempre alerta às nossas maquinações malévolas para solapar a Tradicional Família Brasileira e destruir a Civilização Judaico-Cristã Ocidental! OK, vocês venceram. Toda a computação clássica dos anos 80, assim como o Polenguinho, fazia parte do nosso plano!

Mas é ÓBVIO que o sanguinário Jack Tramiel (que Baal o tenha) seria parte da conspiração!
O que vocês esperavam de uma terra governada por uma QUEEN?
Nossos tentáculos chegam até mesmo ao conservador e Republicano TEXAS!
A corrupção da infância vai de vento em popa!

E isso é apenas a ponta do iceberg! MWA HA HA HA HA HA HAAAAAAAAA!

Episódio 80 – Commodore PET – Parte B

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Sobre o episódio

Fechamos a nossa série sobre a Santíssima Trindade de 1977 com o PET, a primeira linha de computadores da Commodore.

Nesta parte do episódio

Finalizamos a cronologia da linha Commodore PET, comentamos o legado da linha e aproveitamos para falar um pouco dos três da Santíssima Trindade de 1977.

Ficha técnica:

  • Número do episódio: 80
  • Participantes: Ricardo, João, Cesar, Giovanni e Juan
  • Duração aproximada: 48 minutos
  • Músicas de fundo: Pet Shop Boys em chiptune
  • Download em ZIP

URLs do podcast:

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Episódio 80 – Commodore PET – Parte A

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Sobre o episódio

Fechamos a nossa série sobre a Santíssima Trindade de 1977 com o PET, a primeira linha de computadores da Commodore.

Nesta parte do episódio

Chuck Peddle, JACK TRAMIEL, Commodore, MOS, 6502, KIM-1 e o caminho até o PET 2001. E iniciamos a cronologia da linha Commodore PET.

Ficha técnica:

  • Número do episódio: 80
  • Participantes: Ricardo, João, Cesar, Giovanni e Juan
  • Duração aproximada: 48 minutos
  • Músicas de fundo: Pet Sounds em chiptune
  • Download em ZIP

URLs do podcast:

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Porque velha é a sua convicção.

Convenhamos. Era inevitável.

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(Via Lula PPT Generator)

Episódio 64 – What if… Commodore – Parte B

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Uatu, o Vigia (Marvel Comics)Sobre o episódio

Realidades alternativas. Universos paralelos. Podia ser a Marvel ou a DC, mas é o Retrocomputaria transformando em podcast aquelas perguntas “e se…” que sempre rolam enquanto não estamos gravando.
Para começar, especulamos sobre a Commodore enquanto instalávamos uma Mapper para acessar além do episódio 64.

Nesta parte do episódio

Apresentamos e conversamos sobre o Cenário Dois e Cenário Três.

Ficha técnica:

  • Número do episódio: 64
  • Participantes: Ricardo, João, Cesar, Giovanni e Juan
  • Duração aproximada: 33 minutos
  • Músicas de fundo: E se… nós deixássemos você, amigo ouvinte, descobrir?
  • Download em ZIP

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Jack Tramiel. O homem. O mito. Num vídeo!

Não é vergonha nenhuma dizer que nós gostamos de Jack Tramiel, por mais que ele fosse um saco de defeitos. Portanto, 12 minutos de Jack Tramiel para você ver, numa aparição na TV inglesa. Divirtam-se.

Fonte: Program Bytes 48k

 

Episódio 63 – Dossiê Atari 8 bits – Parte B

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Sobre o episódio

Atari. 8 bits. Computadores. Sim, vamos falar deles.

Nesta parte do episódio

Depois de mais um interlúdio causado pela venda da Atari a Jack Tramiel e do massacre de arrumação, surge a terceira geração dos 8 bits (65XE e 130XE, com a porta PBI trocada pela ECI e o FREDDIE adicionado ao mix de SALLY, ANTIC, GTIA e POKEY) e o videogame derivado (XEGS).

E finalmente começamos a citar o software: ATARI BASIC, diversos aplicativos (mas não teve CP/M), diversos jogos (alguns melhores que no 2600 e no C64) e da “produtora do coração” (Lucasfilm).

Nos perguntamos onde os Atari 8 bits foram vendidos (spoiler: em diversos lugares nas Américas, na Europa e na Oceania).

E chegamos aos dias atuais, para dizer o que está sendo feito para estes micros clássicos nestes tempos modernos em que os computadores já nascem velhos.

Ficha técnica:

  • Número do episódio: 63
  • Participantes: Ricardo, João, Cesar, Giovanni e Juan
  • Duração aproximada: 52 minutos
  • Músicas de fundo: POKEY moendo, self-test do XL y otras músicas más
  • Download em ZIP

URLs do podcast:

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E o celular era pirata!

commodole

Pois é, há dias que eu acho que existe algum tipo de maldição rondando o legado da Commodore, tem outros que tenho certeza que é excesso de abutres voando ao redor do cadáver. A última foram os tais smartphones da Commodore, anunciados (ironicamente) aqui e de forma mais séria pela imprensa local.

Então, a C= Holdings B.V. a empresa que detêm os direitos de exploração das marcas relacionadas à antiga Commodore (exceto a parte do Amiga) emitiu um comunicado oficial informando que (dois pontos, abre aspas):

C=Holdings BV anuncia que não concedeu quaisquer direitos à CBM para fazer uso da marca COMMODORE, nem que C=Holdings BV tem qualquer envolvimento no desenvolvimento e na comercialização destes produtos. A C=Holdings BV defenderá vigorosamente seus direitos relativos a estes assunto.

Ou seja, era celular pirata, era da “commodole”! Saudades da época do Jack Tramiel.

( Vintage is the New Old )