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E os links que foram divulgados na Conversa na Praça em Retrópolis?

Na última RetroRio, tivemos uma conversa muito produtiva, onde foram citados vários conteúdos interessantes relacionados a retrocomputação, e na medida do possível eu coletei, copiei e estou trazendo agora para vocês. Divirtam-se!

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Marcus Garrett mostra Shota Nakama…

…na cama. Não, isto não é um pleonasmo.

Já havíamos noticiado com alguma antecedência (com a maturidade que nos é peculiar) a vinda do músico japonês ao Brasil, para tocar no Brasil Game Show. Nosso parça Marcus Garrett aproveitou a presença do artista e convidou-o a jogar no quarto retro especialmente montado para o documentário LOADING.

E, como o quarto tem uma cama, nada mais natural que tivéssemos, rufem os tambores… Shota Nakama na cama.

SAI QUINTA SÉRIE
SAI
SAI DESSE CORPO QUE NÃO TE PERTENCE

(Via)

Os cheat codes de DOOM

Codex, uma série no YouTube sobre cheat codes e sua influência, lançou seu primeiro documentário – e, como não poderia deixar de ser, é sobre DOOM.

(via)

O dia do “The Commodore Story”

É hoje o dia que a Wavem Studios lançou seu documentário “The Commodore Story“. O trailer explica bem o objetivo (e tem um monte de caras conhecidas).

O Blu-Ray está disponível no site oficial do filme, e o filme está no iTunes, Amazon e Netflix.

Resenha: documentário “1983: O Ano dos Videogames no Brasil”

Nos primórdios deste Retrocomputaria, resenhamos os dois livros de Marcus Garrett sobre a chegada dos videogames ao Brasil, 1983: O Ano dos Videogames no Brasil e 1984: A Febre dos Videogames Continua. Desnecessário dizer que, quando Garrett se juntou à Zero Quatro Mídia para transformar os livros em um documentário, toda a equipe da Retrocomputaria apoiou e ajudou no financiamento coletivo da empreitada. Ficamos bem tristes quando não pudemos ir na primeira exibição.
Mas tudo bem, as recompensas do financiamento coletivo chegaram.

CD com a trilha sonora e Blu-Ray do documentário.

Para compensar o atraso das entregas, tanto o CD quanto o Blu-Ray vieram em embalagens “normais” em vez de envelopes; com isso, podem fazer parte da coleção de músicas e vídeos de quem os recebeu, sem nada a dever ao que se encontra no mercado em termos de qualidade de empacotamento.

Sobre o documentário em si, que está disponível no Youtube (vejam no final do texto), não há muito o que dizer: não foge – e nem haveria como fugir – dos livros, os infográficos são bem bacanas e lembram um pouco o estilo popularizado em Crossy Road (ou seja, coisa boa) e as entrevistas e depoimentos são o ponto alto, indo desde quem participou da criação do Telejogo a Washington Olivetto revelando seu jogo predileto de Atari.

Sobre o que NÃO está disponibilizado no Youtube…

Os extras são funcionais mas bem agradáveis: fotos de bastidores que contam a história da feitura do documentário, teasers, brutos do Youtube, making of da narração (para quem ainda não identificou, o documentário é narrado por Flávio Dias, mais conhecido por dublar o Beakman) e diversos pontos bem interessantes que adicionam ao documentário, envolvendo prêmios em Cannes, decisões da Gradiente, confusões na porta da Milmar, o início dos eSports no Brasil e porque só no Brasil o Astrosmash do Intellivision tem contagem de tempo.

O CD, com a trilha sonora original feita pelo Pulselooper e Droid-ON, é ótimo e funciona bem fora do contexto do documentário; para quem precisa de uma trilha sonora chiptune para tirar o pó do seu aparelho de CD, é uma excelente pedida.

Mesmo que não tivesse nada físico, mesmo que só tivesse o documentário digital para download, estaríamos bem felizes com a realização do sonho de Garrett de preservar a História da chegada dos videogames a um país que meio que faz questão de esquecer o seu passado. Para quem ajudou na confecção do documentário e pode receber sua cópia física, é mais do que isso: é o orgulho de ter uma parte desta preservação e de poder olhar e pensar que, no final, tudo valeu a pena.

“1983: O Ano dos Videogames no Brasil”, a estreia é nesse sábado!

Se você colaborou com a confecção do documentário “1983: O Ano dos Videogames no Brasil“, do nosso chapa de longa data Marcus Garrett, lembre-se que a primeira exibição será no próximo sábado, dia 16 de setembro, no Museu da Imagem e do Som de São Paulo.

O documentário será exibido no horário da tarde (entre 13h30 e 14 hs), de forma gratuita, mas antes você tem que ir lá e pegar o ingresso na bilheteria do MIS. A lotação da sala é de 172 pessoas, então se você chegar atrasado, perdeu.

Haverá também uma exposição de videogames, de forma que será possível também jogar um pouco (ou muito), e teremos também os livros do Garrett (“1983+1984: Quando os Videogames Chegaram” e “Jogos Eletrônicos & Eu: Crônicas de um Passado Presente”) à venda. Se chorar, rola um autógrafo.
Eu não poderei ir (chuif), mas se alguém puder ir e colaborar conosco enviando-nos fotos/vídeos/texto, agradeceremos imensamente e daremos todos os créditos no post.

Suderj informa: Lançamento do documentário “1983” ADIADO.

Versão curta: Calma gente. São só nove dias. Era 7 de setembro, será 16 de setembro, sábado, no mesmo local.


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Documentário brasileiro sobre clones de videogames.

Uma pausa no ziriguidum para ver essa série de documentários curtos (6, 7 minutos) patrocinado pela RedBull, feito pelo Pedro Falcão e pelo Hugo Haddad, sobre o mercado de videogames no Brasil, com foco no “paralelismo” do nosso mercado (pirataria é crime, afundar navios dá cadeia!). O nome? Paralelos.

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Lançamento do documentário 1983: O Ano dos Videogames no Brasil.

Povo, temos data para o lançamento do documentário! Podem soltar fogos. Segundo o Marcus Garrett, produtor do dito cujo e chapa nosso de longa data, o documentário será lançado em um evento que ocorrerá no MIS – Museu da Imagem e do Som de São Paulo, que fica no bairro dos Jardins. O evento é o Big Geek Day, que ocorre no museu, e a data de estréia será no dia 7 de setembro. Sim, feriado, Dia da Independência. UPDATE: Foi adiado para 16 de setembro, continua sendo no MIS, e será um evento próprio. Mais detalhes aqui.

Com esse adiamento, a edição será feita mais calmamente (oba), terão videogames, TVs e acessórios para a mostra/jogatina (ao estilo do Museu do Videogame Itinerante), e com essa data dá para se programar para comparecer.

O documentário será exibido a partir das 14 horas (o evento abrirá às 11), mas retire o ingresso (gratuito) na bilheteria até as 13 horas. A partir das 13:30, terá um bate-papo com os produtores, sobre o documentário.

Aqui tem o link pro evento, no Facebook.

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E como foi o lançamento mundial do Viva Amiga?

Tem fotos aqui e tem a resenha do Retro Computing News.