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Episódio 111 – Dossiê Space Invaders – Parte A

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Bem-vindos ao episódio 111 do Retrocomputaria.

Sobre o episódio

Um episódio 100% dedicado a esses caras aí:

https://openclipart.org/detail/169454/space-invaders-by-rones

Nesta parte do episódio

Contamos a história da Taito (não esquecemos da parceria com a Midway), da Taito no Brasil e do “pai” Tomohiro Nishikado.

Com tudo isso pra lá, finalmente falamos dos aspectos técnicos de Space Invaders, do impacto do jogo no mercado de arcades, das versões e sequencias.

Links do podcast

Música de fundo

Sei lá, estamos destruindo os alienígenas da fase…

Ouvindo este episódio offline

Baixe o ZIP, descompacte e ouça com seu tocador de música preferido.

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Endurance, jogo nacional para MSX, em pré-venda.

Sempre houve na comunidade MSXzeira aquela dúvida, de que é: Hyper Rally é ou não é o Enduro do MSX? Bem… O Fabio Ritter, do grupo de usuários MSX de Curitiba, nos prova que não. E como? Ele fez um Enduro para MSX.

O Endurance é a versão do Enduro feita por esse programador MSXzeiro curitibano para este querido micro japonês (e brasileiro). Obviamente, tendo muito mais capacidade do que o Atari 2600, o Fabio acrescentou vários recursos, deixando-o mais completo que o seu “concorrente” da Konami. Mas primeiro vamos falar do jogo em si.

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BurgerTime multiplayer

E um ouvinte nosso, o Érico Monteiro, disponibilizou o jogo Burger Lord, uma homenagem ao clássico BurgerTime, criação da Data East em 1982 para várias plataformas e celebrizado no Mattel Intellivision, mas com versões para Apple II, Atari 2600 (onde eu ouvi falar pela primeira vez), Commodore 64, MSX (nem lembrava desse), Nintendo 3DS (Virtual Console), Sharp MZ e Wii (Virtual Console).

O legal do Burger Lord é que ele é multiplayer, e dá pra jogar até 3 cozinheiros. Está lá, na Steam. Quem tiver interesse, 25 lascas e tá legal. Agora, se vai ter port para alguma plataforma retro? Não sei. Mas esperamos que sim.

Atari 2600 e 7800 no GNOME.

Afinal, o que o ambiente de trabalho GNOME, amplamente usado em sistemas GNU/Linux, tem a ver com retrocomputação? Apenas que a partir da versão 3.22, o pacote Gnome Games tem suporte a títulos do Atari 2600 e do Atari 7800. Não é preciso ter mais o Stella instalado, basta ter as ROMs. Bacana, não?

Fonte: Linuxbuzz.

Publicações, publicações e mais publicações!

E não é só a Clube MSX que está enchendo os olhos da comunidade retro. Temos mais material saindo de forma impressa.

Um novo fanzine para o Atari 2600 foi lançado nesse mês de maio, do ano da graça (ou desgraça, como queiram) de 2018. O autor é o Michael Salzman, autor de vários livros sobre o videogame mais influente de todos os tempos. E o zine será mensal e impresso. O nome? The Unauthorized Atari 2600 Throwback Zine. Maiores notícias no site do autor.

Já a Amiga Future Magazine chega à edição 132, com muitos artigos falando de jogos novos e antigos, e diversos assuntos que envolvem o micro da Commodore. A revista é alemã, mas você pode adquirir a edição no idioma germânico, ou a edição no idioma anglo-saxão. Ambas podem ser encontradas no site da Amiga Shop.

E por último, temos uma revista relacionada ao MSX a ser mencionada. La Gaseta MSX será uma revista redigida no idioma catalão, e que deverá ser lançada no fim do ano, e seu foco será programação e nostalgia. Se você for no site, já vai encontrar um Eclipse para iniciantes, o que parece interessante: Usar a tão celebrada IDE para desenvolvimento cruzado para MSX. Só isso já desperta o interesse. A edição #4 será lançada no final de 2018, mas você pode adquirir hoje a edição #3 com um DVD encartado.

Fonte: Vintage Is The New Old, Indie Retro News e MSX Resource Center.

Livro sobre programação de jogos

Dois livros bem interessantes de autoria da 8bit WorkshopSteven Hugg — que estão a venda. No primeiro, Making Games For The Atari 2600, você aprende sobre programação de jogos em assembly para icônico console da Atari. No outro, Making 8-Bit Arcade Games in C, você aprende a programar utilizando a linguagem C em diversos modelos de máquinas de arcade clássicas baseadas no microprocessador Z80. Em ambos os livros você utilizará um ambiente de desenvolvimento que integra  editor, depurador e um emulador do hardware etc.

Cada livro custa US$12,00 e são vendidos através do Gumroad.

Jogos 80 edição 18 no ar.

E depois de um longo e tenebroso inverno de 18 meses (explicados no editorial), a Jogos 80 retorna na sua 18a edição, com pouco mais de 80 páginas, falando de vários assuntos. Um deles é da trindade de 1977, sobre a qual nos debruçamos em 3 episódios nesse ano, a saber: Apple II, TRS-80 e Commodore PET. Tudo bem que eles não falaram do último, mas nesse episódio falamos do 3o quarentão citado na revista, o Atari 2600.

Além deles, temos artigos sobre a CBI-95 (Interface de drive para o TK-90X feita no Brasil), jogos para MSX (como Tina’s Adventure Island) e CoCo (como Downland), um papo sobre o trabalho bacana da More Work Games, fazendo jogos novos para Atari 2600… E é claro, o documentário 1983: O Ano dos Videogames no Brasil tem espaço. E por aí vai, tem muita coisa interessante. Para baixar, clique na imagem aí de cima, e pegue o PDF no site. Tenho certeza que você terá horas bem divertidas de leitura! Como sempre, vale muito a pena.

Episódio 81 – Jogos de Corrida – Parte A

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Sobre o episódio

Adrenalina! Cheiro de gasolina! Sexta marcha! 300Km/h! Jogos retro de corrida!

Nesta parte do episódio

Muita velocidade nos anos 70 e 80 em arcades, videogames e computadores.

Ficha técnica:

  • Número do episódio: 81
  • Participantes: Ricardo, João, Cesar, Giovanni e Juan
  • Duração aproximada: 66 minutos
  • Músicas de fundo: Rally-X
  • Download em ZIP

URLs do podcast:

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A New Marauder, para Atari 2600.

Não falamos de retrogaming aqui por motivos que vocês já sabem, mas aqui abrimos uma exceção. A New Marauder é um jogo homebrew  feito no Brasil para Atari 2600. A produtora, More Work Games, pegou a mecânica do Marauder original (Tigervision, 1982) e fez um jogo com fases completamente novas. Vale lembrar que o Marauder é, na prática, um clone simplificado do Berzerk, da Atari (um jogo simples e tão divertido, que me espanta não ter uma versão dele para outras plataformas além dos videogames e micros Atari). Já o A New Marauder é um jogo completo, desde a caixa (com cartuchos novos) passando por manuais, folhetos, caixa… E a qualidade supera a maioria dos jogos da época. O bacana é que eles não pretendem parar nesse jogo, querem fazer mais. Então, tire o escorpião do bolso e compre sua cópia, seu Atarimaníaco inveterado!

O curioso caso do Atari 2600 “Graduate”

Já falamos de micros que viraram videogames (Episódio 14, no longínquo ano de 2011), e bem menos de videogames que viraram micros.
O Atari VCS 2600 teve diversos add-ons que prometiam transformar um videogame; Curt Vendel nos conta a história do Atari CX-3000 Graduate, um computador “de verdade” (e não os add-ons que meio mundo fez) que tinha seus próprios periféricos… ou teria, se não tivesse sido vítima dos cortes que James Morgan fez em setembro de 1983, na última tentativa da Warner de recuperar a Atari.

(Cláudio Piccolo no FB)