Arquivo da tag: MSX 1

Repórter Retro 078

Este é o Repórter Retro 078, produzido pela A.R.N.O. (Agência Retropolitana de Notícias)!

Do que falamos?
Trilha sonora

Random Chiptune Mix 53

Antes de sair…

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Repórter Retro 074

O Seu Repórter Retro

Bem-vindos à edição 074 do Repórter Retro.

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Música de fundo

Hard Chiptune Mix 2

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Lunar Rescue para MSX (e parentes próximos)

Em desenvolvimento, e já bem avançado, por Tony Cruise do canal Electric Adventures. Este jogo clássico da Taito apareceu nos fliperamas brasileiros ao mesmo tempo que o Space Invaders (embora seja um ano mais recente). Na verdade, foi o primeiro jogo dotado de microprocessador no qual este humilde escriba botou as mãos sujas, lá pelos idos de 1979.

A adaptação para a tela horizontal e a adição de cores ficaram, na minha humilde opinião, muito boas.

A ideia é lançar simultaneamente versões para MSX1, ColecoVision e SVI-328, três arquiteturas muitíssimo parecidas. Nos comentários do YouTube sugeri incluir Sega SG-1000, igualmente similar, e o Tony mostrou-se aberto à ideia. Aguardamos ansiosamente a versão final.

(Via Clube MSX)

Aventuras em radiofrequência com um Paxon.

Semana passada eu contei para vocês da epopeia do Fabio Santos, no processo de restauração do teclado do meu Paxon PCT-50, estrelinha fácil nos meus relatos retrocomputacionais aqui vistos.

Pois então, sempre me intriguei com ter aquela televisão de 12 polegadas com um MSX embutido em casa… E só usar para ligar um único MSX. Qual? Ele mesmo. O modelo seguinte, o PCT-55, já tem uma entrada RGB traseira, mais RAM (32 Kb) e é menos pesado. Mas quis a sorte, a fortuna, Deus, o acaso… Que esse PCT-50 fosse meu. Bem, a compra dele vocês sabem do relato, está aqui.

Mas eu fiquei encucado… Será que dá para ligar algum MSX via RF? Será que é possível fazer alguma adaptação? Bem, resolvi arriscar um pouco.

Continue lendo Aventuras em radiofrequência com um Paxon.

RFyG nosso: Restauração do teclado do Paxon.

Este relato é um Rise From your Grave (RFyG), só que brazuca, mas não feito por mim, mas pelo amigo e ouvinte Fábio Santos. Bem, vocês devem lembrar que o teclado do meu MSX 1 Paxon PCT-50 (aqueeeeeele, lembram?) estava esquisito, cheio de pontos de ferrugem e com várias teclas sem funcionar. E pra piorar, o teclado é composto de uma placa metálica, onde estão as chaves de contato. E, abaixo dele, a placa de circuito impresso (PCB) onde as chaves de contato estão soldadas. Ou seja, as chaves estão presas na placa metálica e no PCB. Cada chave tinha pelo menos 3 soldas, se são tipo 60 teclas… 180 soldas a serem removidas e 180 soldas a serem feitas. Nada animador, pelo visto.

Pois então, numa conversa no grupo de WhatsApp de MSX, o Fábio Santos disse que encararia a empreitada de dar um trato no meu teclado, se eu quisesse. Sem pensar duas vezes, empacotei o teclado e mandei para ele pelos Correios.

O que temos abaixo é o relato dele e escrito por mim, sobre a situação do paciente e as suas respectivas ações para minimizar e resolver o problema. Vamos lá…

Continue lendo RFyG nosso: Restauração do teclado do Paxon.

Repórter Retro 065

O Seu Repórter Retro

Bem-vindos à edição 065 do Repórter Retro.

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Músicas sortidas

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Episódio 113 – Philips na computação clássica – Parte B

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Bem-vindos ao episódio 113 do Retrocomputaria.

Sobre o episódio

Queríamos fazer um episódio sobre a chave Phillips e o Leite de Magnésia de Phillips, mas este é um podcast sobre retrocomputação, então nos restou fazer um episódio sobre as aventuras retrocomputacionais da Koninklijke Philips N.V.

Nesta parte do episódio

Já que estamos nos computadores domésticos, entramos de cabeça: os VG-8000/8010/8020 (MSX 1) e VG-8230/8235 (MSX 2), a linha NMS-82XX de MSX 2 e os NMS-800/801, MSX 1 que não tinham conector de cartuchos e portanto eram “compatíveis”.

Daí fomos para o Philips :YES e, depois, para os compatíveis “de verdade” com IBM PC (série P3100, NMS-9100); e, caso alguém queira saber, falamos de CD-i.

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Música de fundo

Músicas com PSG e OPL1

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Acessando o Instagram num MSX1. Pode isso, Arnaldo?

Poder pode, Galvão, mas a regra é clara: por enquanto, precisa ter uma GR8NET.

O bruxo em questão é Thomas Glufke, e se você é usuário da GR8NET, pode pegar e testar o código aqui.

A bem da verdade, o trabalho pesado é feito por um servidor proxy hospedado pelo Sr. Glufke, já que seria pedir demais do coitado de um MSX1 fazer criptografia e renderizar imagens de vários MBs e blocos de JSON idem. Esperamos mais novidades do autor — anteontem ele alterou o programa para usar as resoluções e cores melhores do MSX2 (ver foto no final do artigo) se ele for detectado. Na postagem da MSX.org um usuário se prontificou a portar o acesso a rede para UNAPI, para poder usar outro hardware de rede que não a GR8NET. Aguardemos.

Vídeo da bruxaria acontecendo. Olha quem aparece de relance quando ele acessa a tag #msxdev (na marca de 2m8s)…

 

Episódio 97 – What-if… MSX – Parte A

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Bem-vindos ao episódio 97 do Retrocomputaria.

Sobre o episódio

A aparição anual de Uatu este ano é no Japão, com “o mais mágico dos computadores”.

Nesta parte do episódio

Os cenários Zero, Um e Dois.

Música de fundo

Músicas de MSX da Terra-616

Outras formas de ouvir

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Passagens rápidas sobre MSX.

A primeira é essa imagem linda linda linda linda show show show show que está aí do lado. Pesquei essa no Twitter, no perfil do usuário vermilion3791. Se você quiser seguir ele, fique à vontade. É tudo em japonês.

A segunda é um projeto explicando como você pode expandir para 64 Kb de RAM um National CF-2000, um dos primeiros MSXs fabricados. O link está aqui, e também está em japonês. Mas o Google Translate é seu amigo.

A terceira é um vídeo do músico John Hassink, que usando SCC (mais de um) e PSG, compôs a música Fearless Challenger , do jogo La Mulana. Ainda está em beta, mas promete. O link está aqui.

Fonte: O pássaro gorjeador.