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A saga do Omega parte 20 (ainda não é o final): As teclas e os problemas do Omega Blue.

Omega blue em processo de montagem no gabinete.
Omega blue em processo de montagem no gabinete.

Nessa penúltima parte dessa saga, falarei sobre a questão das teclas do teclado, e como resolvi com esse Omega (no outro, ainda não). Também falarei dos problemas que tive, o que incluem alguns chips queimados. E no final, vamos ver como ficou tudo, o que ficou faltando ser feito, o resultado final e minha conclusão.

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A saga do Omega parte 18: A caminho do fim, com o Omega Blue.

Toda saga tem um fim, e essa se encerra (acredito eu) nos próximos posts. Já falei muito do Omega transparente, e recentemente as atenções se voltaram pro Omega 2, que eu resisti bravamente a fazê-lo em acrílico vermelho e não chamá-lo de Omega Red. Pelo contrário, escolhi o azul porque eu não tenho nenhum MSX azul, mas tenho alguns MSXs vermelhos (como um Toshiba HX-10). Então, este é o Omega Blue mesmo.

Aqui, falarei um pouco dos percalços com esse novo MSX, e o resultado final. Como ficou grande, eu vou dividir em 3 partes (18, 19 e 20) para encerrar a saga. Aqui, eu falo do gabinete, das teclas e dos LEDs.

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A saga do Omega MSX Computer parte 17: Omega e mais sarna pra me coçar.

Bem, então, acabei de montar o Omega. Tive a inestimável ajuda de vários amigos, entre os quais eu destaco o Fabio Santos (que fez meu micro ir mais a Santos do que eu mesmo), Victor Trucco (que me ajudou com os primeiros problemas dele), Alan Figueira da Costa (não é MSXzeiro, mas é CADista, então me ajudou com as mudanças no gabinete), Marcos Antônio (que consertou minhas lambanças com o teclado de um Omega e me ajudou com o teclado do outro Omega) e o Clécio Lopes (que me ajudou com o Omega 2 – afinal, estava ainda na garantia!). Tem mais gente, e se você participou de alguma forma e eu não te citei… Manda um comentário aí embaixo e já te peço desculpas.

Esse micro ficou com alguns probleminhas, por exemplo: A SD-Mapper v. 2 não funciona nele. Não entendi o motivo, mas mesmo com uma fonte de 5A, ela não funciona. O outro problema é que a fonte é de 5A. CINCO AMPÈRES. Um monstro. Mas é porque a fonte de 3A que eu tenho, gera ruído na imagem. A de 5A é limpa. Então vai ela mesmo. O último revés é que o slot 2 ficou levemente torto, então alguns cartuchos entram meio forçados. Mas foi-me dito por alguém que entende muito mais de eletrônica do que eu: Let it be. Deixa do jeito que está. Dessoldar e ressoldar seria agressivo demais. E vocês sabem que eu não sou lá um primor nesse processo. Mas para mim, está ótimo.

Então, esse micro tem sido o MSX que mais tenho usado ultimamente. Nesse exato momento, ele está ligado a uma placa de captura USB, pelo S-Vídeo, aqui do lado. Ele tem sido usado para capturar imagens para o meu projeto literário que estou finalizando, e que vocês saberão em breve.

Mas você acha que acabou?

Não, não acabou. E eu fui procurar mais sarna para me coçar.

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A saga do Omega MSX Computer parte 16: Continuamos falando de gabinete.

Como vocês viram na parte anterior, (lembram dela?) o gabinete acabou sendo de acrílico transparente mesmo, apesar de eu não ser lá muito fã de ver o que está dentro da máquina. E depois de muito tempo, decidi assumir o visual transparente do gabinete e pronto.

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A saga do Omega MSX Computer parte 15: Finalmente, o gabinete.

Bem, faz tanto tempo que eu trouxe a última parte a respeito da montagem do Omega que eu mesmo já tinha esquecido de relatar os processos para a confecção do gabinete. Mas como diria Galileu na Galiléia, antes tarde do que mais tarde.

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A saga do Omega MSX Computer parte 14: A placa do FM.

Placa com o chip FM (YM2413) e o registro F4, para o Omega.

Continuando com a saga do Omega, aqui eu falo um pouco da placa do FM e outros detalhes. Como já falei para vocês, meu desejo para esse micro é deixá-lo um MSX bem completo, dentro dos parâmetros que eu entenda por completo. Logo, MSX 2+ com FM e Turbo seria o ideal. Eu tenho pelo menos um MSX assim, no caso um Philips NMS-8250 que já veio da Holanda (Bas Kornalijnslijper, thank you!) todo mexido. Eu gosto muito desse Philips, mas no momento não é a intenção falar dele, a conversa é a respeito do Omega mesmo. E o Philips é um trambolho realmente grande para transportar para cima e para baixo. E como eu quero praticidade a essa altura da vida, melhor ter um micro menor com tudo que eu quero. No momento, por um Turbo no Omega não me parece algo lá muito viável – e não serei eu que irei projetar uma placa de Turbo para ele – o negócio é colocar o que dá, no caso a placa de FM. E com isso, mexer no gabinete mais um pouco…

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A saga do Omega MSX Computer parte 13: A fonte de alimentação.

Momento das orações.

Antes de tudo, a foto que eu fiquei devendo no outro post. Lembra que eu contei, que pedi ajuda a um amigo para resolver a barbeiragem que eu fiz no conector do teclado do Omega? Então, essa é uma foto do momento (trágico) ao qual eu o submeti. Como sempre falo, “o amigo é aquele que a gente bota na roubada, porque o inimigo a gente não quer nem de perto“. Marcos, mais uma vez meu muito obrigado.

O grupo MSXMakers é de origem espanhola, que segundo eles mesmos, “amam eletrônica retro e livre“. Logo, eles são um grupo de usuários que montam projetos e divulgam-os. Entre os projetos desse grupo, temos um cartucho MSX EEPROM 64 Kb, um TSXduino MEGA ou até uma ObsoNET. E, como fuçadores que são, o Omega é um dos seus objetos de estudo. A seção deles sobre o Omega é bem grande, e com alguns itens bem interessantes.

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A saga do Omega MSX Computer parte 12: Achou que eu não iria fazer besteira?

Então, com base no efeito Dunning-Kruger, comprei um novo ferro de solda. Eu já tenho um ferro de 30 Watts, que tem me acompanhado nessa (curta) vida de queimador de estanho. E na AliExpress (sempre ela), encontro um ferro de solda de 80 Watts, com controle digital de temperatura. Me animei e comprei. O preço estava bom, e me pareceu uma boa pedida.

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