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RetroRio: A volta dos que foram!

Houveram aqueles que duvidaram.
Tiveram aqueles que não acreditaram.
E alguns... Até caçoaram.

Mas estamos nós aqui, depois de uma pandemia, avisando a vocês:

Teremos RetroRio esse ano! Será presencial e online!

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Repórter Retro 075

O Seu Repórter Retro

Bem-vindos à edição 075 do Repórter Retro.

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Música de fundo

Random chiptune mix 52

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E por falar em CoCo, temos raridades preservadas

LZ Color64Informa-nos Marcos Velasco, curador do Museu de Tecnologia de Volta Redonda. Detalhe: o Sr. Fontoura foi o meu primeiro chefe, e muitos dos documentos abaixo foram atirados no meu colo no primeiro dia de trabalho. Diliça. (Não estou sendo sarcástico! Eu tenho gostos estranhos. Você não entenderia.)
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Chuva de Sinclair em Casa de Castro

Eu juro procês, eu não corro mais atrás dessas coisas, mas elas vivem caindo no meu colo.

Meu chapa da Engenharia Eugenio Marins teve a sorte de ter um pai ultra-hiper-mega-blaster-NERD nível HARD EXTREMO, que fazia experiências e fuçava com tudo que você pode imaginar, química, marcenaria, metalurgia, mecânica e… claro, retrocomputação. (Na época chamada simplesmente “computação”.)

Ele já tinha me passado uns Hotbits e TKs da tumba de Tutancâmon casa do pai, já falecido. Um deles eu usei pra sortear um exemplar do meu livro.

Nestes dias ele achou mais coisa, e nós dois convocamos o Ricardo Pinheiro para se juntar à expedição arqueológica. O resultado está aí embaixo. Ainda tinha mais alguns livros de MSX dos quais o Ricardo mui alegremente se apropriou.

Autoria do penteado Simply Gray: (1) vento; (2) o cabelo não ter crescido o suficiente pra ser pego pelo elástico.

Resumindo:

  • Um ZX80, lançado em 29 de janeiro de 1980 (eram dias cabalísticos, esses) e o primeiro microcomputador popular vendido em massa abaixo de £100.
  • Um clone obscuríssimo do ZX80 que rendeu processinho.
  • Dois terminais seriais de um Schumec (cada um pesa 8 kg, sem monitor e sem gabinete!) igual àquele no qual aprendemos programação no IME e no qual isto aqui (mencionado no Repórter Retro 067) aconteceu.
    • Sim, um colega meu programou um software de corrida de cavalos no BASIC do CP/M e a gente apostava dinheiro.
  • Vários livros e manuais.
  • Uma plaquinha wire-wrap com barramento (provavelmente) S100 no qual Marins Sênior fazia experiências.

Lembrando que algumas semanas atrás um cliente (valeu Dr. Leonardo!) me doou um AS-1000, outro clone de ZX81, este brasileiro. Acho que o Universo está tentando me dizer que devo dar outra chance a essa arquitetura de computadores. Agora tenho que achar meu sintonizador de RF pra testar essa bagaça toda.

[Semi-OFF] Enquanto houver Retrocomputaria, vai haver Poesia

Achou que nosso chapa da Freguesia do Ó, o Rubens Lobo, era o único MSXzeiro tupiniquim que se meteu a escrever e publicar poesia? Pois então

Meu livro Um Quarto de Página acaba de ser enviado para impressão. Nesse meio tempo, fiz um pequeno concurso literário no meu perfil do Instagram e vou sortear um exemplar do livro…


…usando um programa em BASIC num Hotbit. (Daí o Semi-OFF.) Infelizmente não dá mais pra participar do concurso, mas convido todos a assistir esta live que é também o pré-lançamento do livro. Amanhã, terça, 23/2/2021, neste perfil:

http://instagram.com/j_c_castro_escreve

(E se você não mais que de repente recordou-se da RetroRio 2019… sim, é o mesmo programa.)

Desmentindo o mentido.

Ah, já sei até o que você vai dizer: “Ahã, eu não caí nessa, primeiro de abril bobo, esse…“. Mas você sabe que nós somos conhecidos pela picaretagem implícita. Logo, armar um Primeiro de Abril fajuto como esse é bem o nosso perfil. Não, o Juan não está saindo da equipe.

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Até mais… E obrigado pelos peixes!

Como vocês já notaram, nosso amigo Juan Castro não tem participado muito dos episódios do Retrocomputaria nos últimos dois anos. São muitas mudanças: Mudança de cidade (Rio, depois São Paulo, depois Presidente Prudente), de estado civil (agora ele é um homem casado!), de várias coisas… Inclusive de gostos, como a retrocomputação.

Então, lamentavelmente, mas de comum acordo, o Juan deixa a equipe do Retrocomputaria para alçar novos vôos. Ele deverá vender a maior parte da sua extensa coleção (a ser anunciada em breve), e disse que vai investir tempo na sua nova paixão: O agronegócio. Quem sabe não veremos seu novo trabalho em uma lista como essa, da Player.FM?

Sucesso, Juan!

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C*gão do dia: Juan Castro

E o nosso editor do R+ fez por merecer esse título. Como ele fez isso? Bem, clica aí embaixo e veja.
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E agora, uma efeméride muito pessoal (mas totalmente on-topic)

Há exatos 30 anos, depois dos tradicionais 3 meses como estagiário, passei a ser oficialmente, pela primeira vez na vida, um Trabalhador. Sim, esta é (ou melhor, era) a empresa que fabricava o Color64 e sim, esse micro foi meu ganha-pão por um bom tempo.

30 Anos de LZ
(A propósito, na verdade eu fiquei no mesmo emprego até 1990, mas de 87 pra 88 eu fui transferido a outro CNPJ dos mesmos donos. Foi bom pra botar as mãos no FGT$.)

Resenha: “CoCo: The Colorful History of Tandy’s Underdog Computer”

coco

Todos esperavam que a resenha deste livro fosse feita pelo Juan Castro, um dos principais “escatológicos” do grupo (vale lembrar que ele não é o único), mas como há um certo conflito de interesses (ele colaborou com material e é citado no livro), resolvi pegar esta tarefa para mim…

…mas talvez o Cesar também se empolgue em escrever sua própria resenha com suas próprias impressões.

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