Estava eu no meu canto, pensando maldades editando podcast (o episódio 161 tem que sair em março de 2025!), quando chega nos grupos de WhatsApp de MSX a notícia do lançamento do MSXBOOK.
Logo, esse artigo tem por intenção reunir todas as informações interessantes (e fotos) para que você possa saber mais a respeito e possa tomar sua decisão, sobre quando você vai comprar – porque eu sei que você quer comprar esse micro!
Então. Este é o episódio sobre a IBM. E, como falamos de IBM, e tivemos um vilão especialmente convidado, o Marcelo Sávio, o episódio virou dois tomos, para ocupar seu outubro e novembro com a Big Blue.
Se você já ouviu o episódio 157, parabéns! Espero que tenha gostado da conversa, e já vai sabendo que o Marcelo Sávio voltará em episódios futuros. Mas não viemos aqui para comentar o episódio, mas trazer duas notas rápidas que irão enriquecer seu conhecimento sobre a Grande Azul.
Não se esqueça de deixar seu comentário aí embaixo; afinal, seu comentário é o nosso salário. No entanto, caso você prefira, entre diretamente em contato conosco.
Recebemos essa do nosso ouvinte Eduardo Minoru Hirose faz um tempão, e viviamos esquecendo de publicar… Até agora:
Recentemente estive passeando por Buenos Aires com minha esposa e encontrei algo realmente inesperado em minhas caminhadas pela Calle Florida: Um notebook da marca Commodore!?!?!! Não consegui muita informação sobre o fabricante além de ser uma marca de OEM da Argentina.
Segue uma foto do individuo e dois links de lojas que vendem o mesmo: Você pode encontrar esse notebook nas lojas Compumundo e também na Garbarino.
Então, que tal um “legítimo” Commodore (aham) rodando Windows e falando castellaño?
PS: Eduardo, muito obrigado pelo e-mail simpático! A casa agradece a preferência.
20 anos na indústria de computadores é uma eternidade. 20 anos na indústria de PCs são duas eternidades. 20 anos na indústria de PCs mantendo a mesma lógica industrial são três eternidades. E por aí vai.
Por isso pedimos licença aos amigos leitores e ouvintes para nos juntarmos à comemoração pelos 20 anos do lançamento do ThinkPad pela IBM. ThinkPad, uma caixa preta cujo espírito inspirado nas bento boxes japonesas sobreviveu ao turbilhão da IBM dos anos 1990, à venda para a Lenovo e ao giro do mercado rumo a smartphones e tablets para se transformar no talvez único clássico que a indústria de PC conseguiu (e ainda consegue) fazer.
E, sempre, impondo respeito e emprestando este respeito ao dono.
Moacyr Alves: Jogo Justo, ACIGames, colecionador... E fudeba.
Feito isto, vamos aos games… Que sempre é uma área muito requisitada. E não poderíamos deixar de prestigiar nosso amigo fudeba Moacyr Alves, que além de presidente da ACIGAMES, idealizador da campanha do Jogo Justo e outros títulos… É o curador das área de Games da Campus Party! E com base nessa amizade é que levei uma bronca dele por ter levado tanto tempo para ir lá… “Mas eu cheguei só hoje, cáspite!” Ah, caso você não lembre, entrevistamos o Moacyr no episódio 15, partes A e B. Continue lendo Campus Party 2012, e o Retrocomputaria por lá – parte 3→
Bem, concluindo um desabafo e voltando à Campus Party 2012, estivemos juntos aos nossos amigos podcasters, que todos aglomeraram-se em torno do Cubo Geek, no fundo do pavilhão. O Cubo Geek foi uma iniciativa espetacular que surgiu na Campus Party de 2011, e foi concretizada com o apoio da operadora de telefonia Vivo e dos podcasts Radiofobia e WeRGeeks. Entre vários, 10 podcasts foram selecionados para fazerem uso das nababescas e não muito silenciosas instalações e gravar alguma coisa. A equipe do podcast NaCalçada foi muito prestativa nas necessidades que todos os podcasters tiveram, e toda a infraestrutura (ar-condicionado, vidro duplo, microfones, mesa de som, etc) estava preparada para gravar.
Nota: Este post foi publicado originalmente no site Guanabara.info, onde sou editor. Resolvi publicá-lo aqui, com alguns adendos e correções, pois afinal temos que prestigiar nossos leitores, né? Então… Segue o texto.
Em 2012, novamente fui à Campus Party, dessa vez localizada no Centro de Exposições do Anhembi, em São Paulo. Devido às alterações, foi possível oferecer mais 1000 vagas para campuseiros, por exemplo, o que fez a alegria de mais gente.
Por exemplo, as barracas estavam localizadas em uma seção separada do pavilhão, que ainda não é tão confortável quanto o Riocentro, no Rio (que tem ar-condicionado central em 4 dos 5 pavilhões), mas ganhou pontos em termos de localização: O Anhembi é bem mais fácil de encontrar do que o Centro de Exposições Imigrantes. Nesse ano, não tive atropelos para chegar na CPBR5. Em compensação, devido a compromissos de trabalho, só pude lá estar a partir da quinta-feira, dia 9 de fevereiro.