Após 30 anos de circulação ininterrupta, a revista Macworld publicará seu último número impresso em Novembro.
Via Benj Edwards, que por sinal era articulista da dita cuja.
Após 30 anos de circulação ininterrupta, a revista Macworld publicará seu último número impresso em Novembro.
Via Benj Edwards, que por sinal era articulista da dita cuja.
Quem se deu ao trabalho de ler a história do [X] até o fim e notou o update do engenheiro da Microsoft lááá no final, observe o discretíssimo link para esta apresentação do NeXT de 1988 — que nunca foi usada, postada em 2012 pelo autor.
Em 24 de janeiro de 1984, dois dias depois do famoso comercial, como prometido, era lançado oficialmente o novo computador da Apple. Este vídeo ficou perdido por mais de 20 anos e foi restaurado e divulgado em 2005. E vai ter festa na Apple.
Ken Shirriff — aquele camarada que adora bisbilhotar o silício dos microprocessadores — resolveu voltar sua atenção lá pro outro lado do computador. Aquele que fica perto da tomada. Ao ler a alegação de Steve Jobs de que, basicamente, a fonte chaveada é invenção da Apple, Mr. Shirriff resolve investigar a fundo a história das fontes de alimentação, a fim de determinar se a marra jobsiana tem fundamento.
Continue lendo Fontes de Alimentação: uma pequena biografia não-autorizada
Conferência Internacional de Design, Aspen, Colorado, EUA, 1983.
Ao final do evento, os organizadores convidaram exibidores e palestrantes a contribuírem itens a serem postos num grande cilindro — o Tubo do Tempo de Aspen — e enterrado, para ser aberto no ano 2000. Um dos palestrantes foi Steve Jobs, e ele colocou lá dentro (junto com cubos de Rubik, discos, fitas, fotos, latas de cerveja e um monte de outros badulaques) um mouse do computador Lisa, que ele demonstrou no evento. E, como o Campo de Distorção da Realidade a tudo consome, a cápsula passou a ser conhecida como o Tubo do Tempo de Steve Jobs. Fazer o que, né?
O ano 2000 chegou. E com ele a constatação de que todas as edificações da região onde o tubo foi enterrado tinham sido demolidas. Or organizadores não sabiam mais onde estava a cápsula. Ooops.
https://www.youtube.com/watch?v=IX1Nq30hZEQ
Pois é, você não sabe? Sem problemas! Steve Jobs te explica pessoalmente em um vídeo com duas horas de duração. Prepare um balde de pipoca, separe a(s) bebida(s) predileta(s), acomode-se confortavelmente na poltrona e aperte o “PLAY”!
Todo mundo sabe que Steve Wozniak foi quem projetou o Apple II. E todos também sabem (ou deveriam saber) que ele também projetou a DISK-II, a primeira interface para drives de disquetes do Apple II e que foi toda construída utilizando somente oito integrados. O Woz até fez umas rotinas básicas de E/S para pode transferir blocos da RAM para o disco… Mas ele queria mais, muito mais! Mas ninguém na Apple sabia como começar a escrever um sistema operacional assim… Do zero. E foi assim que eles procuraram alguém de fora e USD$13.000,00 depois, o Apple II ganhou seu sistema operacional! E é esta história que a CNET resolveu contar!
( A2Central )
Dia 11 de junho foi o aniversário de lançamento do Macintosh II e o pessoal da Macworld produziu uma matéria bem interessante sobre este que representou a volta da empresa de Cupertino aos bons tempos do Apple II com uma um equipamento poderoso e suficientemente expansível com seis slots de expansão!
Justamente em oposição à filosofia do equipamento hermético e imaculado, introduzida pelo próprio Steve Jobs desde o lançamento do Macintosh em 1984 com seu monitor embutido e (quase) nenhuma capacidade de expansão.
Um artigo de 2007 da Computerworld, conta sobre a história de como o Apple II quase foi vendido para a Commodore. A história “apareceu” durante as comemorações dos 25 anos do C64 e foi contada pelo próprio Steve Wozniak. Segundo ele, o protótipo do Apple II acabara de ser terminado mas como eles não tinham recursos (leia-se: grana) para a produção e distribuição das unidades resolveram procurar por quem tivesse o interesse. Aqui, vale lembrar que na época, a Apple era apenas mais uma empresa entre tantas outras a projetar computadores e eles já tinham vendido a kombi do WozJobs (errata do Alexandre Morgado) para bancar a produção dos Apple I.
E foi assim que eles procuraram a Commodore, uma empresa já consolidada, e Chuck Peddle em pessoa foi visitá-los na “garagem”. Nesta visita o projeto do Apple II foi oferecido à Commodore por Steve Jobs em troca de uma quantia em dinheiro e cargos na empresa. Obviamente, como todos sabemos, a proposta foi recusada pela Commodore, que preferiu, na época, continuar o desenvolvimento do PET e posteriormente os VIC-20 e C64.
Aliás, o artigo tem mais algumas informações e comentários interessantes, inclusive a réplica do próprio Jack Tramiel sobre o assunto, mas deixarei para vocês mesmo descobrirem.
Que tal construir seu próprio computador clássico? Não falo em desenvolver, do zero, um projeto de computador utilizando algum microprocessador como o 6502, Z80 ou mesmo o 68000 mas sim de “montar” em casa, ali mesmo na mesa da cozinha (todo mundo solda na mesa da cozinha!), um computador clássico da mesma forma como se fazia no final das décadas de 1970 e início da de 1980. Topa o desafio?
Existem opções que são vendidas tanto no formato de kits (assim: vem a placa de circuito impresso, os demais componentes e conectores e o resto é por sua conta — e risco) ou na forma de um projeto onde você, além de todos os passos do kit, precisa ainda providenciar os componentes e produzir a(s) placa(s). Claro que em ambos os casos a tarefa não é das mais triviais e exigindo tanto um bom conhecimento em eletrônica como também paciência e disposição.