Bem-vindos ao podcast Retrópolis! Apresentado pela Municipalidade de Retrópolis.
Esta é a Parte B do Episódio 136.
Sobre o episódio
Os hispanohablantes chamam de matamarcianos, os anglófonos chamam de shoot’em up – ou shmup – e nós, brasileiros, chamamos de jogo de navinha.
Para isso, chamamos um piloto especialmente convidado, Rafael Lima, da Banana Bytes, autor de Sophstar, já disponível no Steam e (se já não esgotou) na Red Art Games em edições físicas para PS4, PS5 e Switch.
Como o ouvinte já sabe, nos dois tomos (o episódio anterior e este episódio) falamos apenas de jogos de navinha em que você sobe e desce na tela.
Sobre esta parte
O episódio fala de “jogo de navinha”, mas na parte passada já havíamos falado de jogos que seguem a mecânica, com coisas que voam mas não são navinha. Agora, falamos de coisas que se movem (até a pé!).
Links desta parte do episódio
- Pippols – Generation MSX
- Knightmare – Generation MSX
- Firebird – Generation MSX
- Commando (1985) – MobyGames
- Ikari Warriors (1986) – MobyGames
- T.N.T. – Generation MSX
- Han-Seimei Senki Andorogynus (1987) – MobyGames
Antes de sair…
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E o nosso muito obrigado ao Guilherme Mittmann por ter nos autorizado a usar músicas do seu projeto SuperClefBros neste episódio, como fundo para nossas vinhetas e spots.
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Muito boa essa série dos jogos de navinha, e foi bem interessante ver os jogos que não eram de navinha, mas são jogos de navinha, ou seja – jogos bipolares!
Aliás sobre essa questão de ser e não ser de navinha, não poderia deixar de fazer a pergunta cretina.. Mas e o Elite ? E o THEXDER?
Continuando… como bom pereba, eu não jogava muito os jogos de navinha, por acha-los extremamente difíceis, e eu detestava repetir o mesmo trecho várias vezes.
Daí eu pegava alguns pokes de revistas e me divertia passeando pelo jogo, tomando tempo para apreciar os detalhes gráficos, os cenários, a música.
Quando não havia pokes disponíveis aí a diversão era maior porque eu passava o tempo desassemblando os jogos à procura das instruções que decrementavam as vidas( para substituí-las por NOPs). Às vezes não funcionava de primeira e eu tinha que rebobinar o gravador e carregar novamente o jogo para tentar outro endereço. Mas isso era parte da diversão, sem contar que aprendi bastante coisa no caminho, seja lendo trechos do código, seja fazendo as ferramentas de carregamento e de busca de valores hexa na memória.
Oi Danjovic!
Jogos bipolares… Essa foi boa, gostei.
O Elite é um simulador de nave espacial 3D com comércio. O primeiro jogo de “mundo aberto” da história. Falamos dele no episódio 16, acho q em 2011. Você pode até ouvir, mas como era no início, peço desculpas antecipadas pela qualidade do áudio.
Eu tb usava os POKEs pra me dar um pouco melhor, só assim que eu avançava em alguns desses jogos… Perebas, uni-vos! E quem diria que esse desejo te ajudou a aprender Assembly.
Abraço!
Salve Ricardo.
Ainda nos temas hacking de jogos e de Elite, eu analisei vários saves do jogo pra descobrir os bytes a alterar para ter apenas o dinheiro inicial mais o suficiente para comprar o infame docking computer. A partir daí, e durante vários meses, minhas madrugadas nunca mais foram as mesmas!!